Teorias da Cultura de Massa

Blog do curso de Teorias da Cultura de Massa do curso de Graduação em Historia da UFF. Sextas, das 14h as 18h.

domingo, 19 de dezembro de 2010

NOTAS FINAIS

Pessoal,

segue as notas do nosso curso, jah entregues na secretaria.
critérios e comentarios sobre os trabalhos estao no doc anexo.
espero que, para além das notas, o curso tenha sido tao bom pra vcs quando foi p mim!
abçs

Gustavo


Notas do alunos.doc

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TRABALHO FINAL: Carolina Pazos

Trabalho Final: Carolina Pazos - Homenagem a magritte

Comentarios dos alunos por email!

sábado, 11 de dezembro de 2010

TRABALHO FINAL: Marcele Oliveira

Trabalho Final: Marcele Oliveira - O Evento Plus Size

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TRABALHO FINAL: Pedro Mota

TRABALHO FINAL: Pedro Mota

Trabalho Final: Pedro Mota - Sobre internet

links usados no trabalho:
4chan: http://www.4chan.org/
Wikileaks: http://213.251.145.96/
Musica que ganhou o MTV Awards de 2008 graças ao 4chan: http://www.youtube.com/watch?v=oHg5SJYRHA0

Powerpoint apresentado por Pedro em sala.

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TRABALHO FINAL: Vinicius de Moraes

Trabalho Final: Vinicius de Moraes - Midia e eleições

Comentario de Daniele Ferreira ao trabalho de Vinicius Moraes


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TRABALHO FINAL: Mariana Barbieri

Trabalho Final: Mariana Barbieri - Coca-cola

Fotos de publicidade da Coca-cola apresentadas por Mariana em sala de aula.

Comentario de Julia Cabo ao trabalho de Mariana Barbieri

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TRABALHO FINAL: Julia Cabo

Trabalho Final: Julia Cabo - Three Wolf Moontshirt

Powerpoint apresentado por Julia Cabo em sala de aula.

Comentario de Pedro Mota
ao trabalho de Julia.

Comentario de Mariana Barbieri ao trabalho de Julia

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TRABALHO FINAL: Roberta Alves

Trabalho Final: Roberta Alves - Novela Ti-ti-ti

Comentario de Mariana Braga ao trabalho Roberta Alves

Comentario de Thais Valvano ao trabalho de Roberta Alves

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TRABALHO FINAL: Mariana Franco

Trabalho Final: Mariana Franco - Desperate housewives


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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

TRABALHO FINAL: Clarissa Ramos

Trabalho Final: Clarissa Ramos - Sorria e diga photoshop

Aqui o Powerpoint apresentado por Clarissa em sala.

Comentario de Vinicius de Moraes sobre o trabalho de Clarissa

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TRABALHO FINAL: Vivian Sant'anna da Silva

Trabalho Final: Vivian Sant'anna da Silva - Big Brother Brasil


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TRABALHO FINAL: Luis Felipe Afonso

Trabalho Final: Luis Felipe Afonso - Humor negro e representação social


Comentarios dos alunos por email!

TRABALHO FINAL: Thais Valvano

Trabalho Final: Thais Valvano - A musica sertaneja nas paradas de sucesso

Links uteis para o trabalho de Thais:
Sabadão sertanejo: http://www.youtube.com/watch?v=Kbi3d7vRQH0
Filme: http://www.4shared.com/get/q6_KL7z4/Zeze_di_Camargo_e_Luciano_-_20.htmljs


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TRABALHO FINAL: Erika Cardoso

Trabalho Final: Erika Cardoso - Carlos Zéfiro e os quadrinhos pornograficos


Aqui pode ser baixado o arquivo Powerpoint apresentado por Erika Cardoso em sala.

Comentarios dos alunos por email!

TRABALHO FINAL: Mariana Braga

Trabalho Final: Mariana Braga - Gaiola das Cabeçudas

Comentario de Paula Cresciulo ao trabalho de Mariana.

Comentario de Luis Felipe Afonso sobre trabalho de Mariana Braga

Comentario de Priscila Corrêa ao trabalho de Mariana Braga
Comentarios dos alunos por email!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

TRABALHO FINAL: Daniele Ferreira Evangelista

Trabalho Final: Daniele Ferreira Evangelista - A modernidade e o funk gospel final

Daniele Ferreira Evangelista

Comentarios de Caio Paz ao trabalho de Daniele

Comentarios dos alunos por email!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

TRABALHO FINAL: Paula Cresciulo

Trabalho Final: Paula Cresciulo

Paula Cresciulo - Heavy metal

comentario de Roberta Alves ao trabalho de Paula Cresciulo

Comentario de Diego Oliveira ao trabalho de Paula Cresciulo

Comentario de Marja Cardoso sobre trabalho de Paula Cresciulo

Comentarios dos alunos por email!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

TRABALHO FINAL: Diego Oliveira

Trabalho Final: Diego Oliveira

Diego Oliveira - Forró eletrônico - trabalho de cultura de massa.

Comentario de Ana Carolina Martins sobre o trabalho de Diego Oliveira

Comentario de Mariana Franco sobre o trabalho de Diego Oliveira
Comentarios dos alunos por email!

TRABALHO FINAL: Priscila Corrêa

Trabalho final: Priscila Corrêa

Priscila Corrêa - As Twilightmom’s - Crepúsculo para maiores de 40

Comentario de Vivian Sant'Anna sobre trabalho de Priscila

Comentarios dos alunos por email

TRABALHO FINAL: Rafael Zacca

Trabalho final: Rafael Zacca

Rafael Zacca - O sonho acordado é que é a realidade

Powerpoint apresentado por Zacca em sala de aula sobre pornografia e Cultura de massa.

Comentarios dos alunos por email!

TRABALHO FINAL: Caio Paz

Trabalho final: Caio Paz

"A modernidade sólida se liquefaz"

Comentario de Clarissa Ramos sobre trabalho de Caio

Comentàrios dos alunos por favor me envie antes POR EMAIL!!!

TRABALHO FINAL: Marja Cardoso

TRABALHO FINAL: Marja Cardoso

"As diversas facetas de um artista - Musica e Mercado na ditadura civil militar brasileira"

Comentàrios dos alunos por favor me envie antes POR EMAIL!!!

sábado, 27 de novembro de 2010

TRABALHO FINAL: Ana Carolina Martins - Os perfis fakes no Orkut

“Fake não é só um perfil, é uma vida!”
Os perfis fakes no Orkut: processos de subjetivação e de dessubjetivação
Ana Carolina Martins

Comentario de Rafael Zacca ao trabalho de Ana Carolina

Comentario de Marcele Oliveira sobre trabalho de Ana Carolina Martins

Comentàrios do alunos por favor me envie antes POR EMAIL!!!

sábado, 30 de outubro de 2010

Proximas leituras

Pessoal,

houve algumas mudanças no curso, portanto sigam esta nova diretriz para as leituras, até novas mudanças...
A aula do dia 12 vai rolar mesmo! Houve uma mudança: a professora Simone Sa nao podera vir no dia 26, como combinado, logo ela virah no dia 19! Jogamos os textos de Sibilia e Sarlo para o dia 26!
Peço ao pessoal que ainda nao apresentou proposta de trabaho que se mobilize e faça-o logo!
dia 03/12 é o limite (obvio) para apresentaçao dos problemas a serem abordados no trabalho final
Dia 10/12: limite para entrega dos trabalhos finais
Dia 17/12: limite para as criticas aos trabalhos postados no blog

lembrem-se: a nota final é dividida por essas três atividades!

seguem as datas!

06/11 - Lipovetsky

12/11 - Baudrillard

19/11 - Texto da professora Simone Pereira: Second Life e Stars Wars Galaxies: encenando o jogo da vida na (ciber)cultura do entretenimento (enviado por email ou disponivel aqui: http://www.4shared.com/document/XgkkShd1/Star_Wars_e_Second_Life_-_Simo.html)

26/11 - Sarlo/Paula Sibilia

03/12 - Maffesolli/Jenkins

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Riso e comédia - bibliografia

Recebi este email do Felipe sobre textos na net acerca do riso e da comédia e resolvi dividir com todos:

Boa Noite Gustavo,

Estava procurando na internet sobre a questão do riso e achei alguns artigos interessantes.

http://www.assis.unesp.br/revpsico/index.php/revista/article/viewFile/88/186

esse 1° faz uma análise de um episódio do South Park e de como ele desconstroi um clichê. Acho que seria até interessante por no blog da turma, levando a discussão da aula para a internet.

http://www.posgrap.ufs.br/periodicos/revista_forum_identidades/revistas/ARQ_FORUM_IND_5/DOSSIE_FORUM5_03.pdf

esse artigo faz uma análise de como a comédia era usado como uma forma de a população afrontar o poder, mas se foca principalmente na antiguidade.


http://www.fafich.ufmg.br/ecomig/wp-content/uploads/2009/08/GOMES_Leonardo_Texto.pdf

nesse 3° ele vai utilizar o "Pânico na TV" para falar do humor como representação social. Ele também usa o Minois para isso, fazendo um resumo bem rápido do livro que você falou

http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2010/09/o-riso-continua-sendo-a-arma-dos-impotentes-diz-professor-da-fflch/

eu também consegui achar um entrevista de um professor do departamento de história da USP q lançou um livro sobre o riso, é bom que da uma visão histórica do fato já que os outros ( os 2 primeiros são formados em linguistícas e o ultimo em comunicação) são de outras áreas.

O bom tbm é q com esses artigos eu consegui dar uma expandida na minha busca por bibliografia, agora já tenho uma ideia melhor onde procurar

abrçs
Luís Fellipe

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Turistas e vagabundos

Pessoal,

uma amiga minha escreveu um texto bem legal sobre o filme "Amor sem escalas" e o texto "Turistas e Vagabundos" do Bauman.

TURISTAS NO AR, VAGABUNDOS NA
TERRA. Uma breve análise do filme “Amor
sem escalas” à luz da metáfora dos “turistas e
vagabundos” de Zygmunt Bauman.

Por Priscila Azeredo

http://www.cambiassu.ufma.br/priscila.pdf

Minhas questões: "Amor sem Escalas" e Bauman

Texto enviado a autora em 05/10/2010

Priscilinha,

li seu texto!
seu discurso no texto é muito parecido com o tom dos historiadores! ahahhahahaaha
vc renega a história em toda a sua fala ao vivo, mas no texto ainda estas muito proxima deles! ahahah Deles! ahaha
será que seu problema com a história não era muito mais uma questão de objeto do que de opções teóricas?
gostei do texto. até porque diz muito sobre os tempos atuais, é preciso, na veia.

me lembro que das primeiras vezes que vc falou do tema dos turistas parecia mais empolgada com os beneficios do turismo ahahah!
lembro de vc falando de fazer pesquisa de campo mochilando...
dei, e dou, total apoio a esta possibilidade.

em relação ao texto gostei muito destas partes:

"Antes, na modernidade, o tempo era bem
estruturado. O passado era uma referência sólida e o presente era organizado de modo a
desenhar um futuro. Havia uma crença no “projeto de vida”, mesmo que compartilhada de
forma inconsciente. No entanto, com a pós-modernidade, essa crença foi se diluindo. Hoje o
que se participa é que não é possível confiar nos esforços de uma vida para alcançar os efeitos
desejados no tempo e no espaço futuro."

"É uma modalidade de comercialização e consumo da afeição humana
(URRY, 2001:100). O “turista” tem a sensação ilusória de estar no “controle”, como se o seu
desejo fosse suficiente para escolher com que, quando, onde e com quem interfacear no
mundo (BAUMAN, 1998:115). O que talvez ele não perceba é que isso também é uma
“crença”, exatamente como a crença na “segurança” que a “antiga” concepção de “projeto de
vida” almejava."


A partir desta utima citação lembrei bem o que achei do filme quando acabei de vê-lo. Não gostei do final, embora o tenha amado desde o começo, porque achei o final tão moralista quanto o é o personagem principal. Sua fé é tão fé quanto é a fé da "antiga" sociedade, de segurança. O Giddens fala de como a invenção da familia é uma resposta ao espaço público onde tudo se "desmancha NO AR".
Mas achei o filme tão moralista quanto o personagem principal. No final fica no ar um tom de crítica ao estilo de vida do turista, e um ar de "viu, quem mandou ser fdp" que não concordo. Talvez porque eu seja um pouco turista, mas acho que não se trata disso especificamente. O que eu não gosto é a idéia de que o turista deve ser moralizado, enquadrado, normalizado, pela sociedade dos mediocres, os vagabundos. O próprio Bauman vê nos turistas e vagabundos uma metafora da condição atual, sendo que nenhum dos dois polarizadamente tem razão! Os dois são vitimas, e esta condição não é uma escolha, segundo o proprio Bauman.
Achei o filme moralista, e nisso aquele final de que te falei contribui e muito. Acho que haveria formas de se falar de um personagem fdp sem ser fdp com ele. E acho que um tom normalizador, que diz "como a vida deveria ser", acaba fazendo isso! Por isso gostei tanto da segunda citação, embora não ache que ela seja a linha mestra do seu artigo. O mundo "antigo" também não dava conta das aspirações de parte da humanidade. Era enquadrador, criou "corpos dóceis",nas palavras de Foucault. Não estou dizendo que todos devamos virar turistas, até porque isso, segundo o Bauman, é impossivel. mas penso que a crítica ao turista é ingenua se ficar lastreada na lógica normalizadora.

Minha interpretação do filme viu outras coisas. Quando vi seu artigo me chamou a atenção que a relação que ele teve com aquela executiva passou quase despercebido. Claro, o Bauman não fala disso, mas aí é caso de chutarmos o Bauman para escanteio, não? Se não caimos numa prática muito comum na historia que é colocar teóricos embaixo do braço e olhar tudo em função deles e nada mais além. Por isso me chocou um pouco seu descompromisso com aquela relação, fundamental para o roteiro do filme.

Quando vi o filme, me pareceu que ele quis largar aquela vida de turista, chegou a conclusão de que aquela vida era uma crença tanto quanto a "estabilidade antiga". E que poderia trocar... Se apoiou na executiva. Mas aí o que o chocou foi o fato de ela conseguir viver em dois mundo que para ele, e para o Bauman, eram opostos, turistas e vagabundos. O personagem da executiva me parece ser justamente o instante da existencia que o Bauman tem dificuldade de ver: ela é o paradoxo, é a incongruente, é os dois ao mesmo tempo, não cabe na analise. Adoro o Bauman, mas esse filme me colocou questões para além dele. Então o George Cloney tentou sair do turismo e foi confrontado com essa lógica dupla e ambigua do mundo, onde os discursos de resistencia parecem se desfazer e soarem ingenuos. Essa dimensão não pode ser ignorada, pois é justamente a fronteira onde tem que ser pensado o mundo atual... enfatizar os discursos de resistencia, como faz o Bauman e o Milton Santos, embora tenha seu quê de validade, e estou com eles, parecem, no meu intimo, um pouco ingênuos...

É preciso “uma mutação filosófica do homem,
capaz de atribuir um novo sentido à existência de cada pessoa e, também, do planeta”
(SANTOS, 2004:174). As técnicas, os objetos técnicos, a política e a economia devem estar
em conformidade com a nossa humanidade, e não o inverso (SANTOS, 2008).


Fazer outro mundo parece, especialmente em Santos, apelar para o discurso da "inversão", ou seja, a idéia de que o mundo está de ponta cabeça, torto, de cabeça pra baixo. Me incomoda esta idéia. Ele quer dizer onde a economia tem que estar, mas justamente este discurso de onde as coisas "têm que estar" é que se esfacelou com o turista. O turista não é um anômalo, mas ele quer estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Claro que isto tem implicações deletérias, não nego, mas ele não ignora os espaços, apenas os vive compulsivamente. O discurso da inversão parece querer dizer qual é o lugar de cada um novamente... isso me incomoda. Isso a Igreja, o feudalismo e o capitalismo já fizeram muito bem! De normalizadores o mundo está cheio e me parece que por isso esses discursos não mais penetram em lugar nenhum... a normalização saiu de evidencia, é verdade, mas se tornou senso-comum, se tornou moeda comum, sem nenhum valor. Trocar o turista pelo não turista não traz uma sociedade mais igual, afinal a lógica do capitalismo anterior convivia muito bem sem os turistas e mantendo niveis de desigualdade. Como irmos além do turista? Me parece que a resposta normalizadora vai aprisionar a existencia. É como falar que em vez de termos Orkut, facebook e twiiter deveriamos escolher apenas UM para expressar nossa individualidade como se fazia na época das cartas do século XIX! ahahhaaha

bom, essas são analises que andei pensando a partir de nossas conversas,
QUERO RESPOSTA HEIN!
bjao

gustavo

Resposta da Priscila às minhas questões:

Quanto ao meu artigo, finalmente você entendeu o que eu disse! O meu problema nunca foi a disciplina História, mas QUEM e o TIPO de história que é feito na UFF... Minha reclamação sempre foi (lembre só!): "Aquele pessoal da História é muito mofado! Não teria espaço lá!" E é fato! Alguém estuda consumo lá? Alguém (além de você e dos profs. outsiders) pensa o mundo depois da redemocratização? QUEM, lá da História, daria a cara a tapa para fazer a análise de um filme, tirando os "vagabundos" do ICHF (“vagabundo” de acordo com a metáfora do Bauman)??? QUEM??? Putz, Gustavo, ainda bem que finalmente você entendeu a minha angústia!!!

Bom, "psicografo" uma defesa para a minha resenha...

"Quando vi seu artigo me chamou a atenção que a relação que ele teve com aquela executiva passou quase despercebido. Claro, o Bauman não fala disso, mas aí é caso de chutarmos o Bauman para escanteio, não? Se não caímos numa prática muito comum na historia que é colocar teóricos embaixo do braço e olhar tudo em função deles e nada mais além. Por isso me chocou um pouco seu descompromisso com aquela relação, fundamental para o roteiro do filme. "



Sim, a questão da Alex é importante, mas já não sei se é "fundamental"... Pra mim fundamental era o conjunto (alex+natalie+desempregado+família) e isso eu contemplei. Central, no meu humilde ponto de vista, se me permite, é a discussão do estilo de vida desse homem... É engraçado perceber como certas questões tocam mais ou menos fundo nas pessoas e isso acaba influenciando na análise. É aí que vemos a tal "subjetividade" do autor agindo... Quando eu pedi para os meus alunos fazerem uma resenha sobre o filme, cada um focou no que mais tocou fundo. Nenhum trabalho foi igual ao outro apesar do filme e da bibliografia ser a mesma... Se a questão da Alex te incomodou (tanto pela falta no meu texto, quanto pela existência dessa personagem no filme) é porque existe algo na sua subjetividade que te leva a focar mais nessa questão. Sim, concordo com você, a questão da Alex é pertinente. Sim, ela também me incomodou. Mas o tema "opção de vida" do Mr. Bingham me incomodou muito mais, e Alex era apenas uma das peças que se encaixa nesse tema... Optei por falar das relações de Bingham num conjunto.

"O personagem da executiva me parece ser justamente o instante da existência que o Bauman tem dificuldade de ver: ela é o paradoxo, é a incongruente, é os dois ao mesmo tempo, não cabe na analise."


Não vejo Alex possuindo os dois estilos de vida, pois concordo com o Bauman quando ele diz que a "casa" é só mais um ponto na "escala". Quando ela se sente fatigada, ela parte. Tá lembrado que depois ela telefona para o Bingham dizendo que eles podem continuar se encontrando, mas num compromisso sem compromisso??? Isso é ser turista. Ser turista é querer a MOBILIDADE. O direito de poder escolher só o que interesse e descartar o que incomoda, entende?


Outra questão: gosto do final do filme com Mr. Bingham escolhendo o lugar a esmo e voando... Ele tentou seguir o "projeto de vida" da modernidade e não deu certo, mas ele também percebeu que o seu estilo de vida "turístico" não é tão maravilhoso quanto ele pensava... De turista para vagabundo é um pulo... Eu acho triste o final porque ele mostra que nem o "projeto de vida" nem o estilo "turístico" são ideais e por não ter uma resposta pra esse dilema, ele simplesmente continua voando porque "as suas próprias incertezas em contraponto a vida do “vagabundo” o faz acreditar que “não há nenhuma alternativa” (BAUMAN, 1998:119)".

É uma posição conformista de qualquer jeito. Ele poderia tentar outra coisa sem ser o "projeto de vida" ou a "viagem". Mas o que seria????

Tesouro, o que eu concluo do filme é: ninguém vive sem ideologia. Ninguém vive sem tentar achar um modelo de vida no mundo. Aliás, essa é uma das grandes diferenças entre os homens e os animais. Queremos sempre ser algo para além do que somos. O cachorro é cachorro. E ele se contenta em ser cachorro. Nós nunca estamos satisfeitos de sermos apenas homens, queremos ser viajantes, turistas, modernos, pós-modernos...


Pode disponibilizar o link da minha resenha no blog, apesar de não falar da Alex como você gostaria... rs =D

ME RESPONDE A PARADA DA AULA!

Beijocas!
Priscila

Turistas e vagabundos

Pessoal,

uma amiga minha escreveu um texto bem legal sobre o filme "Amor sem escalas" e o texto "Turistas e Vagabundos" do Bauman.

TURISTAS NO AR, VAGABUNDOS NA
TERRA. Uma breve análise do filme “Amor
sem escalas” à luz da metáfora dos “turistas e
vagabundos” de Zygmunt Bauman.


Por Priscila Azeredo
link do texto:
http://www.cambiassu.ufma.br/priscila.pdf

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Documentario Digital Nation

Um documentario sobre a era digital, em inglês, vale a pena conferir!

Textos sobre a WEB

Pessoal,

dêem uma olhada neste blog com textos sobre midias sociais!

http://www.blogmidia8.com/2010/09/36-livros-sobre-midias-sociais.html

A historia da Internet

Amigos,

O discovery passou um documentario muito legal chamado "download: a
verdadeira historia da internet" dividido em 4 partes de 40 minutos
cada. O primeiro episódio trata da épica briga entre netscape e internet
explorar, o segundo fala da emergencia do google e dos mecanismos de
busca, o terceiro trata do ebay e da amazon e o quarto fala do "poder do
usuário" e das redes sociais. Um ótimo material para discussão.

Seguem os links

1º Episódio: Guerra dos Navegadores

http://www.megaupload.com/?d=T6O30COJ

ou

http://www.fileserve.com/file/cVajCm3

2º Episódio: A pesquisa

http://www.megaupload.com/?d=EQSANUFW
ou
http://www.fileserve.com/file/KUxMk7E

3º Episódio: Ebay e Amazon

http://www.megaupload.com/?d=R9953G90
ou
http://www.fileserve.com/file/rSYAumC

4º Episódio: O Poder das Pessoas

http://www.fileserve.com/file/2rY8nCw

domingo, 19 de setembro de 2010

Comentário ao texto A Obra de Arte na Era da sua Reprodutibilidade Técnica, de Walter Benjamin

Na última aula surgiram leituras em direções opostas sobre o texto “A obra de arte...” de Benjamin. Divergências quanto à positividade ou negatividade da aura e da sua destruição, da evolução da técnica, do cinema, do teatro, sobre a relevância da autenticidade do original, etc. Um detalhe que talvez complemente esta discussão diz respeito às diferentes versões que este texto possui. Parte das divergências talvez tenha surgido do fato de termos lido duas versões diferentes do texto. Parte da turma utilizou a versão traduzida por Paulo Sergio Rouanet (é a primeira versão do texto). A outra parte utilizou a tradução de José Lino Grünnewald (a segunda versão do texto). A explicação abaixo pode ajudar a elucidar algumas diferenças.


No livro Constelações, Luciano Gatti analisa as bases filosóficas de Theodor Adorno e Walter Benjamin, tentando entender o porquê da discórdia dos dois pensadores frente a alguns fenômenos estéticos como o cinema ou o Teatro Épico do Brecht (entre outros), uma vez que os dois partiam de um projeto filosófico comum desde os anos 20. Bom, resumindo muito, e sendo até um pouco grosseiro, a idéia é que Adorno tornou-se adepto das concepções filosóficas de Benjamin ao ler suas primeiras obras sobre crítica literária (uma Sobre o Conceito de Crítica de Arte Primeiro Romântico Alemão, outra sobre As Afinidades Eletivas de Goethe e outra sobre o Drama Barroco Alemão). Mas quando ambos se defrontam com novas manifestações estéticas (o cinema, o teatro épico, o surrealismo, a fotografia, o dadaísmo, etc), e com o avanço da técnica e da indústria cultural, tomam posições diferentes sobre eles. Enquanto Adorno continua ligado às bases filosóficas anteriores, Benjamin reformula suas concepções, que para ele não davam conta dessas novas manifestações.

Paralelamente a isto, o futuro financeiro de Benjamin influenciará na discussão dos dois. Ou nos resultados dela. Segundo Gatti, “após o fracasso de sua carreira universitária em 1925, com a recusa pela Universidade de Frankfurt do livro sobre o Drama barroco como tese de habilitação, ele havia conseguido sobreviver em Berlim escrevendo uma série de trabalhos para o rádio e para os periódicos... num momento em que a precariedade material, que se agravaria a partir do ano seguinte [1933] no exílio, o impedia de dedicar-se a qualquer trabalho de maior envergadura. São essas dificuldades financeiras que o aproximam do Instituto de Pesquisa Social [de Frankfurt].”¹

Gatti então mostra como essa situação inverte a discussão entre Benjamin e Adorno (que antes traduzia-se no primeiro com maior autoridade sobre o segundo). Agora, nas cartas, além do crescimento intelectual de Adorno, a posição superior no Instituto e a dependência material de Benjamin o colocariam em outra posição:

“O fato de o Instituto lhe ter restado como praticamente a única possibilidade de publicação de seu trabalho colocou-o numa relação de dependência material repleta de conflitos financeiros e intelectuais. Os três ensaios que publicou na revista do Instituto a partir de 1936 foram acompanhados de desgastantes negociações. ‘A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica’ foi publicado em 1936 apenas em tradução francesa após um extenuante processo de revisão que eliminou as menções expressas ao marxismo e alterou substancialmente o conteúdo do texto.”²

Longe de encerrar a discussão, pelo menos acho que isto fornece alguns dados a mais para pensarmos quando lermos a primeira ou a segunda versão do texto; ambas não publicadas à época.

Links:

Primeira versão do texto: http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=3&ved=0CCAQFjAC&url=http%3A%2F%2Fleandromarshall.files.wordpress.com%2F2008%2F03%2Fa-obra-de-arte-na-era-de-sua-reprodutibilidade-tecnica.doc&ei=69OWTL-7IYKB8gawkp2NDA&usg=AFQjCNFVnGKnf7SAttLAr_Op066l0rrupA&sig2=8CBAsJE3aiLbRUglrNy30A

Segunda versão do texto: http://www.scribd.com/doc/17365360/Walter-Benjamin-a-Obra-de-Arte-Na-Era-de-Sua-Reprodutibilidade-Tecnica

1- Luciano GATTI, Constelações. Edições Loyola: São Paulo, 2009. pp. 18-19.

2- Idem, pp. 19-20. A nota que acompanha o trecho diz ainda: “A decepção de Benjamin com o resultado do trabalho pode ser constatada pelo esforço em publicar a versão original na revista Das Wort.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Gilberto Gil na USP, 1973


O blog Toque Musical desenterrou esse show do Gil na Poli em 73. Eis a apresentação que o site faz do registro:

Em 1973, o estudante de geologia da USP, Alexandre Vanucci Leme, foi torturado e morto pela repressão política do regime militar. Gilberto Gil, que estava em São Paulo, então recém chegado do exílio, foi procurado pelos universitários que o convidaram para fazer um show de protesto, improvisado no campus. Por volta de umas duas mil pessoas assistiram a esta apresentação nas dependências da Escola Politécnica da USP. Gil tocou e conversou com o público durante três horas de show. Esta apresentação foi registrada pelos estudantes em um gravador de rolo (benditos gravadores de rolo!). A fita ficou guardada e esquecida por um longo tempo. Apenas algumas poucas pessoas tiveram acesso a este material. As cópias em fita K7 eram fragmentadas e com um som de má qualidade. Vinte anos depois a fita master foi encontrada e restaurada, inicialmente pelo músico do Grupo Rumo, Paulo Tatit, para um projeto de lançamento da gravação comercial em CD.

Aí temos o repertório daquela noite:

“Oriente”
“Chicletes com Banana”
“Minha Nêga na Janela”
“Senhor Delegado”
“Eu Quero um Samba”
“Meio de Campo”
“Cálice”
“O Sonho Acabouv
“Ladeira da Preguiça”
“Expresso 2222″
“Procissão”
“Domingo no Parque”
“Umeboshi”
“Objeto Sim Objeto Não”
“Ele e Eu”
“Noite Morena”
“Cidade de Salvador”
“Iansã”
“Eu Só Quero um Xodó”
“Edith Cooper”
“Back in Bahia”
“Filhos de Gandhi”
“Eu Preciso Aprender a Só Ser”
“Cálice (final)”

Não consegui acessar o site do "toque-musical", por isso coloco outros links, mas fica a referência.

http://www.filetram.com/g/1/0/gil-usp
ou
http://search.4shared.com/q/1/gil%20usp

Odair José e o LP experimental



Pra quem se interessou pelo LP experimental de Odair José comentado pela Silvia duas aulas atrás vale a pena baixa-lo no link abaixo. O LP chama-se "O filho de José e Maria", de 1977. Vale a pena conferir:

http://www.4shared.com/file/YZp7BGEg/Odair_Jos_-_1977_-_O_Filho_de_.htm

Crepúsculo: crise do público-alvo?

Na ultima aula tivemos o video das mães fanáticas pelo livros e filmes da série Crepúsculo! Sintam-se livres para comenta-lo!

Segue o vídeo:

domingo, 22 de agosto de 2010

Adorno e Tom Zé: o plagio do plàgio!

Adorno dizia que a obra de arte não pode ser transformada em mercadoria pois como copia do real, além de nao atender a verdade essencial da obra, ela entra na logica capitalista que transforma coisas em mercadorias, constituindo relações de dominação da burguesia sobre o proletariado.

O que Adorno acharia desta musica do Tom Zé, um tropicalista preocupado com o dialogo com a cultura de massa e critico aos discursos que buscam uma realidade objetiva das coisas?!? Tom Zé faz a copia da copia!!!

Pra quem gostou do video mostrado, segue abaixo!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

link do Lipovetsky

Gente,

nos post anterior faltou eu colocar o link do livro do Lipovetsky:

LIPOVETSKY, Gilles. “Primeira parte: A sociedade de hiperconsumo” (pp. 21-150). A felicidade paradoxal. Ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo, Companhia das Letras, 2007.
http://www.4shared.com/get/5WbLsoLG/felicidade_paradoxal_web2.html

Textos na Internet

Pessoal,

Ai estão os links dos textos que consegui encontrar na internet. Os outros eu não consegui! Todos os textos também terão copias na Xerox do Marcelo, p. 26.

20/08

ADORNO. Theodor. “O iluminismo como mistificação das massas. IN: Indústria Cultural e sociedade: http://ebooksgratis.com.br/livros-ebooks-gratis/tecnicos-e-cientificos/comucacao-industria-cultural-e-sociedade-theodor-adorno/

Texto: Oliveira, Adriana Mattos de. Jovem Guarda e Música Brega: as brechas na ‘indústria cultural’. http://www.4shared.com/document/AaYqrPmp/Adriana_Mattos_-_Jovem_Guarda_.html

17/09

DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Contraponto. RJ. (pp. 9-35) http://www.4shared.com/document/Kw9Yw6HK/Guy_Debord_-_A_sociedade_do_es.htm

McLUHAN, Marshall. “Primeira parte: o meio é a mensagem”. Os meios de comunicação como extensões do homem. http://www.4shared.com/document/DiJtqv9o/MARSHALL_MCLUHAN_-_OS_MEIOS_DE.html

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. http://www.4shared.com/document/L2Tr0383/Benjamin_Walter_-_A_obra_de_ar.html

24/09

BAUMAN. Zygmunt. “Cap. 4: Turistas e vagabundos” (pp. 85-110). IN: Globalização: as conseqüências humanas. Jorge Zahar. RJ. http://www.4shared.com/get/VNtsRoxM/Globalizao_-_Z_Bauman.html

01/10

SENNETT, Richard. “Cap. 1: O domínio publico” (pp. 15-44)e Cap. 7, “O impacto do capitalismo industrial na vida pública” (pp.166-189). O declínio do homem público. As tiranias da intimidade. São Paulo, Companhia das Letras, 1988. http://www.4shared.com/document/DOGsfan8/Sennett_-_El_declive_del_hombr.html

GIDDENS, Anthony. “Cap. 1 - Intodução (pp. 11-60)” e “Cap. 4 – Sistemas abstratos e a transformação da intimidade (pp. 115-150)”. As conseqüências da modernidade. Ed. Unesp. SP. 1991. http://www.4shared.com/get/5pliN8yi/GIDDENS_As_Consequncias_da_Mod.html

15/10

FOUCAULT, Michel. “Poder-Corpo”, In: Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Ed. Graal, 1979; p.145-152. http://www.4shared.com/file/bRlAU6EM/Foucault.html

FOUCAULT, Michel. “Conferencias 4 e 5” (pp. 79-126). A verdade e as formas jurídicas. Nau Editora. Rio de Janeiro. 1996. http://www.4shared.com/get/w9zkzwrK/Foucault_Michel_-_A_verdade_e_.html

Leitura sugerida:

FOUCAULT, Michel. “Disciplina”. In: Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1977. p. 125-204. http://www.4shared.com/document/tQJs_KTm/Michel_Foucault_-_Vigiar_e_Pun.htm

22/10

DELEUZE, Gilles. “Post-scriptum sobre as sociedades de controle” (pp. 219-226). IN: Conversações. Ed. 34. RJ. 2008. http://www.4shared.com/file/TxgWez0l/Deleuze.html

LIPOVETSKY, Gilles. “Primeira parte: A sociedade de hiperconsumo” (pp. 21-150). A felicidade paradoxal. Ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo, Companhia das Letras, 2007.


29/10

SIBILIA, Paula. “Cap. 4: Eu visivel e o eclipse da interioridade” (pp. 89-113). O show do eu: A intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. http://www.4shared.com/file/DdwJ4mXi/Show_do_Eu_-_Cap_4.html

12/11

BAUDRILLARD, Jean. “À sombra das maiorias silenciosas” (pp. 7-51). À sombra das maiorias silenciosas: O fim do social e o surgimento das massas. Brasiliense. SP. 1985. http://www.4shared.com/document/8D1EOkiQ/Jean_Baudrillard_-_A_sombra_da.htm

19/11

CERTEAU, Michel. “Introdução geral” (pp.37-53) IN: A invenção do cotidiano, vol. 1. Petrópolis, Vozes, 1994. http://www.4shared.com/document/nZNRJfjx/Michel_de_CERTEAU_-_A_inveno_d.htm

03/12

MAFFESOLI, Michel. “Cap. IV – O tribalismo. (pp. 101-142)”. O tempo das tribos: o declínio do individualismo nas sociedades e massa. Forense Universitaria. RJ. 1987. http://www.4shared.com/document/qcHCvJpW/Maffesoli_Michel_-_O_tempo_das.html

JENKINS, Henry. “Introdução: Venere no altar da convergência”. A cultura da convergência. Editora Aleph. http://www.4shared.com/document/STSOmIYD/Jenkins_Henry_-_Cultura_da_con.html


Lulu Santos, Faustão e sertanejos

Pra quem gostou e quer ver de novo!



Musica de Brinquedo - PATO FU

Video do Pato Fu cantando "Live and let die", de Paul McCartney no disco "Musica de Brinquedo", 2010

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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Adorno texto

O texto do Adorno para o curso encontra-se no site abaixo!

ADORNO. Theodor. “O iluminismo como mistificação das massas. IN: Indústria Cultural e sociedade:

http://ebooksgratis.com.br/livros-ebooks-gratis/tecnicos-e-cientificos/comucacao-industria-cultural-e-sociedade-theodor-adorno/